Para mostrar ao mundo que "a África" não é um "país" único, muito "típico" e romanticamente "selvagem" ou em "estado bruto".
Para mostrar a alguns dos "nossos" complexados que a música clássica, erudita, sinfónica (etc, etc.) não é uma exclusividade europeia.
É (mais que) tempo de Angola perceber que nenhum país sobrevive isolado e que é preciso ter a coragem e a sabedoria de dar, destemidamente, o primeiro passo (há quanto tempo andamos a marcá-lo?) rumo ao verdadeiro progresso (a liberdade espiritual).
Para provar que todos os povos, de todas as partes do mundo, têm o direito à fruição ou à "apropriação" de qualquer forma ou género artístico, independentemente da sua origem, desde que sirva para a sua elevação espiritual ou contribua para a sua felicidade (e isto é tão visível neste pequeno
clip)
Um excelente exemplo que confirma a ideia de que a arte (em qualquer das suas dimensões) é, sem dúvida, universal!