Aqui me deixo, então, nesta rebentação atirada, à espera que alguém me venha salvar.
Em vão esperarei.
O meu herói não é anjo, o meu anjo não é homem e o meu homem não é o meu herói.
Ficará, então, o meu corpo entregue aos peixes, que dele farão um repasto que os envenenará de amor.
Quando fores ver o mar, por entre eles andarás, e nos seus corpos inertes perceberás o meu cansaço.
Em vão esperarei.
O meu herói não é anjo, o meu anjo não é homem e o meu homem não é o meu herói.
Ficará, então, o meu corpo entregue aos peixes, que dele farão um repasto que os envenenará de amor.
Quando fores ver o mar, por entre eles andarás, e nos seus corpos inertes perceberás o meu cansaço.
3 comentários:
Definitivamente o amor é um veneno?
Mais uma herança da "civilizacional racionalizante" homo/mulher sapiana.
Os peixinhos já estão cheios de veneno (mercúrio).Se a/o heroína/herói da história puder lançar o antídoto em vez do veneno, eu particularmente lhe agradecerei.Rs,rs,rs,
Xaxuaxo
Cara amiga.
Alguém te irá salvar!
Eu, como pescador não quero correr riscos de envenenamento, principalmente desses.
Já comecei a ler o livro. Depois te direi o que acho.
Bjs e o desejo de que o super-homem ande por aí ):
GED
se o prob é salvar ok te salvo, então, mas sou só "cabeça de peixe"...axo q valerá a pena...para pelo menos receber como prémio, uma nova dança;-)))
bj
Enviar um comentário