Quinta-feira, Janeiro 24, 2008

Mãos (des)dadas


Foto: daqui

Às vezes desorganizo-me, mesmo sem me fazer palavras.
Como parecia fácil viver através das mãos.
E como é cru e incómodo o contraste das atitudes, afinal.
Na sua magia única de transformar (quase caprichosamente) a felicidade em noite, descobri o desencontro nas/de mãos dadas.

7 comentários:

-pirata-vermelho- disse...

Alarmante seria desencontrar-se de si mesma. Os outros desencontros não passam de operacionalidade; ou logística.


Q'lindas mãos!
Assim até dá gosto falar...

-pirata-vermelho- disse...

(Hélas!
Pensei que fossem suas. E de um amigo... )

Phwo disse...

Ahahahaa, caro Pirata
Isto não passa de uma "imagem", no sentido de metáfora. É que o óbvio às vezes cansa, não acha?
Um abraço

ged disse...

De repente lembrei-me de um poema (?), que escrevi em 2004. Aqui vai.

Um dia ela disse-me
Vamos
Não perguntei para onde
Pedi-lhe apenas que colhesse flores
E as levasse
Seguimos estrada fora
De mãos dadas
Sem nada que nos pertencesse.
Apenas as flores
E um futuro para construir.

Phwo disse...

Tocante, com a beleza da simplicidade.
Obrigada, Ged.

Bruno disse...

olha aqui
Um beijo

sub_MARKADA disse...

Encontro de mãos é como se fosse um encontro de corpos... pele sobre pele...