Olá!
Cá temos mais um ano para estragar.
Mãos à obra e boas entradas!
;-)
Mais um Blog onde se debitam patetices - umas desinteressantes, outras menos - em forma de pretensão...
Como convém a um Blog.
Segunda-feira, Dezembro 31, 2007
Segunda-feira, Dezembro 24, 2007
Raízes...
Quinta-feira, Dezembro 20, 2007
Viagem
Terça-feira, Dezembro 18, 2007
Outras "trazzeiras"
Uma "trazzeira" diferente. Mandou-ma o Salucombo que comprou o original numa loja da baixa luandense.
Segunda-feira, Dezembro 10, 2007
Mais uma aberração. E não é (apenas) Angola!!!!
Como sabem, sou - EM ABSOLUTO - contra os concursos de Misses; Todos eles, pois acredito haver formas mais dignas de valorizar a mulher, mesmo fisicamente. E por falar em fisicamente, vejam esta ANORMALIDADE. Estou indignada!!! Não encontro qualquer argumento que justifique esta idiotice!
Um concurso de "Misses, terreno minado"!??!!
De facto, mais vale que a Noruega continue a pescar o tal bacalhau português.
Mas nós (Angola), como sempre, "abertos" a estas "iniciativas inovadoras" (pena que assim não seja em outros domínios, como o da cultura, por exemplo).
(Interrogo-me a mim mesma sobre os critérios de eleição. Enfim... abstenho-me de qualquer comentário, não vá ser mal interpretada.)
Finalmente encontro um bom propósito para publicar este clip, com que há dias me bombardeiam a caixa de correio. Do ponto de vista estético, não será bem a minha opção, mas apresento-a com a mesma importância de outras iniciativas no género. Assim sendo, esta sim, é uma maneira nobre de defender e validar a diferença!!
Um concurso de "Misses, terreno minado"!??!!
De facto, mais vale que a Noruega continue a pescar o tal bacalhau português.
Mas nós (Angola), como sempre, "abertos" a estas "iniciativas inovadoras" (pena que assim não seja em outros domínios, como o da cultura, por exemplo).
(Interrogo-me a mim mesma sobre os critérios de eleição. Enfim... abstenho-me de qualquer comentário, não vá ser mal interpretada.)
Finalmente encontro um bom propósito para publicar este clip, com que há dias me bombardeiam a caixa de correio. Do ponto de vista estético, não será bem a minha opção, mas apresento-a com a mesma importância de outras iniciativas no género. Assim sendo, esta sim, é uma maneira nobre de defender e validar a diferença!!
Sexta-feira, Dezembro 07, 2007
Saudades
Deito-me a teu lado, a pele esperando que as tuas mãos me viagem lentamente em ti. As tuas mãos…
Mordo os lábios desenhando, na memória, letras tuas dispostas como pedrinhas apontando um caminho que interpreto, livre, sem te perceber os códigos. Não te lembraste que falavas diferente com as mesmas palavras que eu percebia experimentadas, já?
Olhas-me de forma infinitamente bela, tocando-me num avesso descontroladamente sereno. Ao proteger-te, acerquei-me sem querer. Magoei-te. Sofri; tanto!...
Quis-te para mim, possuído em noite de chuva, trocando o impossível como se a lua e o sol se fustigassem perturbadoramente, queimando-se e arrefecendo-se de morte.

Lágrimas apagadas com suspiros, mãos nas mãos fechadas para nunca mais se soltarem. Febre de tentações afinal distantes, dolorosamente mudas, num abraço prometido apertado, mas castrado pela culpa com que te esvais.
Do fundo do mar, me ergo em onda violenta. Venho para te desentranhar.
Violoncelos e vozes de anjos ensurdecer-nos-ão com a mais triste e sublime das melodias, na qual desaguarás, para sempre, em paz.
Desço à tua boca. No anel prateado, brilham promessas de eternidade até que nada nos separe. As máscaras validam-nos assim…
Mordo os lábios desenhando, na memória, letras tuas dispostas como pedrinhas apontando um caminho que interpreto, livre, sem te perceber os códigos. Não te lembraste que falavas diferente com as mesmas palavras que eu percebia experimentadas, já?
Olhas-me de forma infinitamente bela, tocando-me num avesso descontroladamente sereno. Ao proteger-te, acerquei-me sem querer. Magoei-te. Sofri; tanto!...
Quis-te para mim, possuído em noite de chuva, trocando o impossível como se a lua e o sol se fustigassem perturbadoramente, queimando-se e arrefecendo-se de morte.
Lágrimas apagadas com suspiros, mãos nas mãos fechadas para nunca mais se soltarem. Febre de tentações afinal distantes, dolorosamente mudas, num abraço prometido apertado, mas castrado pela culpa com que te esvais.
Do fundo do mar, me ergo em onda violenta. Venho para te desentranhar.
Violoncelos e vozes de anjos ensurdecer-nos-ão com a mais triste e sublime das melodias, na qual desaguarás, para sempre, em paz.
Desço à tua boca. No anel prateado, brilham promessas de eternidade até que nada nos separe. As máscaras validam-nos assim…
Terça-feira, Dezembro 04, 2007
Segunda-feira, Dezembro 03, 2007
Estreia de documentário sobre Angola
KUDURO, FOGO NO MUSEKE
Um documentário do realizador Jorge António
Com Dog Murras, Tony Amado, SeBem, Fofandó, Puto Prata, Noite & Dia
Portugal / Angola, 2007 – 52 minutos
“Kuduro, Fogo no Museke” é a 2ª parte de uma trilogia que o autor dedica à musica angolana, iniciada em 2005 com Angola – Histórias da musica popular. A partir das questões; O que é o Kuduro? Porquê este nome? Porquê tanta polémica?,
Jorge António oferece-nos um retrato social e cultural de uma nova geração, através de um género musical que ultrapassou fronteiras e se tornou já um fenómeno internacional.

Portugal / Angola, 2007 – 52 minutos
“Kuduro, Fogo no Museke” é a 2ª parte de uma trilogia que o autor dedica à musica angolana, iniciada em 2005 com Angola – Histórias da musica popular. A partir das questões; O que é o Kuduro? Porquê este nome? Porquê tanta polémica?,
Jorge António oferece-nos um retrato social e cultural de uma nova geração, através de um género musical que ultrapassou fronteiras e se tornou já um fenómeno internacional.

Dia 6 (Quinta) - Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, Lisboa, 21.30
Dia 7 (Sexta) - Cinema Passos Manuel, Porto, 22.00
Dia 9 (Domingo) - Auditorio Vila do Conde, 21.30
Domingo, Dezembro 02, 2007
Adeus

Em febre te reconheço lua. Frágil e fria;
De doer, na força do que não consigo perceber, mas sei existir. Um enigma. Demasiado inacessível para a têmpera de um espírito que se manifesta selvagem.
No desejo do querer e no suspenso da vertigem, a viagem de regresso à distância.
Estivemos (já) tão perto; Ainda tão sempre (já) longe.
Sábado, Dezembro 01, 2007
Benguela - Estradas
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