
Sobre um estrado de nada, olhando o tecto, persegue-me um inferno de inquietações onde moras, sempre, impossível.
No meu corpo exposto, vontades inventadas ao som de ti devolvem-me imagens antigas, alternadas, em infinitos afectos.
Na precipitação de mim, a sublimação de um momento efémero. Incontidamente.
Visto-me de noviça…
No meu corpo exposto, vontades inventadas ao som de ti devolvem-me imagens antigas, alternadas, em infinitos afectos.
Na precipitação de mim, a sublimação de um momento efémero. Incontidamente.
Visto-me de noviça…
5 comentários:
Muito bonito.
Mas...quanta dor!!!
BJS
GED
É e não é...
Um bj.
:-))
Quem vive a vida em todas as suas vertentes apaixonadamente...acontecem estas partidas(?) da memoria
Quase so falamos de ogros...mas como te compreendo...
Bjo
Pois acontece... não deixam estes de ser "ogros", que nos assaltam. Mas ainda bem!...
Outro
Caros bloguistas da lusofonia.
Convido-vos a visitarem o Despertar Consciências que tão recentemente inaugurei e que hoje aborda um tema que supostamente viaja um pouco por todos os países da nossa lusofonia e pelo exercício da democracia em cada um deles.
Conclui-se que os piores, a todos os níveis, são a Guiné e Timor, mas isso serão todos vós que poderão ainda melhor esclarecer se, eventualmente, viverem nesses países e quiserem partilhar connosco as vossas experiências.
Ficarei grata pela vossa visita.
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