A notícia apanhou-me deprevenida. Ouvi sobre o mimo que sabia fingir de tudo. Mas Marcel Marceau não pôde fingir a morte e, aos 84 anos de idade, deixou-nos sem a magia de uma gestualidade que já é eterna.
Fiquei muito triste com a notícia. Nunca vi Marcel Marceau ao vivo, mas ele acompanhou-me desde sempre ao longo de toda a minha vida, tanto no cinema como na televisão, embora muito menos vezes do que eu gostaria.
Era incomparável aquela sua forma silenciosa de fazer rir e de fazer chorar, aquela ternura do tamanho do Universo que dele irradiava. Algumas pessoas não deviam morrer nunca.
Caros amigos, Foi, sem dúvida uma perda enorme. Só ele nos conseguia pôr em dúvida - se sorrir ou chorar - com aquela expressão dele tão bela. Tens razão, Denudado, há pessoas que deviam viver eternamente. Madalena: Obrigada pela sua primeira visita
Pirata: Não tenho "papel" para explicar com detalhes. Vou tentar abreviar. A mímica não tem obrigatoriamente dança, a menos que se esteja a representar uma cena que a integre. Digamos que existe uma forma de expressão corporal muito específica (que não é forçosamente dança, embora o contrário possa ser aceite). Podemos também referir na mímica a existência de um movimento estruturado (de igual modo não necessariamente dança, embora o contrário seja verdade). Na dança a mímica pode existir; não nos esqueçamos que se trata de linguagem (ou linguagens) gestual, física. No ballet clássico, a mímica é absolutamente notória. Existem mesmo um conjunto de gestos, ou léxico, com significados muito expressivos. Um dia destes, eu os colocarei aqui. (Vá-me lembrando, sim?):-) Bj.
8 comentários:
Fiquei muito triste com a notícia. Nunca vi Marcel Marceau ao vivo, mas ele acompanhou-me desde sempre ao longo de toda a minha vida, tanto no cinema como na televisão, embora muito menos vezes do que eu gostaria.
Era incomparável aquela sua forma silenciosa de fazer rir e de fazer chorar, aquela ternura do tamanho do Universo que dele irradiava. Algumas pessoas não deviam morrer nunca.
Imagino o mimo a morrer num palco universal... serenamente, como esta foto, aqui publicada.
Caros amigos,
Foi, sem dúvida uma perda enorme. Só ele nos conseguia pôr em dúvida - se sorrir ou chorar - com aquela expressão dele tão bela.
Tens razão, Denudado, há pessoas que deviam viver eternamente.
Madalena: Obrigada pela sua primeira visita
alguém que sabe fazer rir e chorar é já eterno... e já eterno na ternura que inspirou e nos ensinou a sentir...
... e o que a dança tem de mímica e a mímica tem de dança?! Às vezes...
Inominável: Gostei de te ver re-aparecida.
Pirata: Não tenho "papel" para explicar com detalhes. Vou tentar abreviar. A mímica não tem obrigatoriamente dança, a menos que se esteja a representar uma cena que a integre. Digamos que existe uma forma de expressão corporal muito específica (que não é forçosamente dança, embora o contrário possa ser aceite). Podemos também referir na mímica a existência de um movimento estruturado (de igual modo não necessariamente dança, embora o contrário seja verdade).
Na dança a mímica pode existir; não nos esqueçamos que se trata de linguagem (ou linguagens) gestual, física. No ballet clássico, a mímica é absolutamente notória. Existem mesmo um conjunto de gestos, ou léxico, com significados muito expressivos.
Um dia destes, eu os colocarei aqui.
(Vá-me lembrando, sim?):-)
Bj.
Lembras-te como voava aquela borboleta nos dedos de MM?
Não o esquecerei...
Beijo.
Daniel: Como não me lembrar?
Obrigada. Beijo.
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