Placard publicitário na Marginal de Luanda. Até dá vontade de perguntar a nossa pergunta: "- Keres gozo ou kiê?"´ É a chamada saída infeliz!... Enfim... ninguém repara. Eu é que tenho estas manias de ler nas entrelinhas.
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comentários:
André
disse...
É de facto mal pensado este cartaz num país onde, pode dizer-se, a fome é negra! O que vale é que é feijão vermelho senão o disparate era ainda mais explícito.
Phwo Espero é que não comas "Dona Maria", feijão enlatado, pois podes ficar entalada. ;-) Desculpa a brincadeira... mas é para desanuviar. Mau gosto, mesmo! Beijo
Vou lendo minha querida e como lamento!! O pobre pega no funji, olha para o placard, imagina o cheiro e engole. Tá cozinhado, apurado e alimentado. Matou a fome ! Mesmo assim tenho saudades de uns jinguengos. Mil beijos
Uma ideia bem sublimar. O contra-senso entre a chamada "fome negra" num país onde muitos poucos têm demasiado e muitos nada para comer vendo-se vermelhos para arranjar um naco para os seus filhos primeiro, e depois para si. Não sei se será infeliz ou se desejaram transmitir uma indirecta. Ingenuamente vou querer acreditar nesta última hipótese. Em qualquer dos casos está bem apanhada e aqui colocada. Pelo menos dá direito à controvérsia. Felicidades. Eugénio Almeida
Pwho, Sou uma brasileira que já passou uma curta temporada em Luanda,e deixo aqui registrado minha admiração suas (des)organizações em palavras. Sempre que passo por aqui, fico encantada com suas reflexões sobre os caminhos de desenvolvimento de Angola, suas observações sobre a cultura. Enfim,tudo muito bom de se ler. Beijo!
A fome é negra ou branca, depende da perspectiva do olhar. A culpa não é do cartaz é do publicitário que o fez. Curso tirado na Independente? Uma brincadeira acinzentada. Um beijo de liberdade. Fifer
É realmente mau marketing. Até porque na grande maioria, a fome é encoberta pelo orgulho e pela nobreza de um carácter humilde. Pelo menos serve-nos a satisfação de não ver uma dona de casa de cabelo comprido a segurar a lata do feijão e a madeixa a passar-lhe pelo rego das mamas. Seria mesmo provocador
10 comentários:
É de facto mal pensado este cartaz num país onde, pode dizer-se, a fome é negra!
O que vale é que é feijão vermelho senão o disparate era ainda mais explícito.
Phwo
Espero é que não comas "Dona Maria", feijão enlatado, pois podes ficar entalada. ;-)
Desculpa a brincadeira... mas é para desanuviar. Mau gosto, mesmo!
Beijo
Vou lendo minha querida e como lamento!! O pobre pega no funji, olha para o placard, imagina o cheiro e engole. Tá cozinhado, apurado e alimentado. Matou a fome !
Mesmo assim tenho saudades de uns jinguengos.
Mil beijos
Aqui te deixo um cravo! De Liberdade!
Um beijo
Uma ideia bem sublimar. O contra-senso entre a chamada "fome negra" num país onde muitos poucos têm demasiado e muitos nada para comer vendo-se vermelhos para arranjar um naco para os seus filhos primeiro, e depois para si.
Não sei se será infeliz ou se desejaram transmitir uma indirecta.
Ingenuamente vou querer acreditar nesta última hipótese.
Em qualquer dos casos está bem apanhada e aqui colocada. Pelo menos dá direito à controvérsia.
Felicidades.
Eugénio Almeida
a fome é vermelha por essas bandas? estranha forma de vida, lá cantava a Amália.......
Pwho,
Sou uma brasileira que já passou uma curta temporada em Luanda,e deixo aqui registrado minha admiração suas (des)organizações em palavras.
Sempre que passo por aqui, fico encantada com suas reflexões sobre os caminhos de desenvolvimento de Angola, suas observações sobre a cultura.
Enfim,tudo muito bom de se ler.
Beijo!
Sempre atenta.
Parabens pelo artigo que li e transcrevi no www.sanzalando2.blogspot.com
A fome é negra ou branca, depende da perspectiva do olhar. A culpa não é do cartaz é do publicitário que o fez. Curso tirado na Independente? Uma brincadeira acinzentada.
Um beijo de liberdade.
Fifer
É realmente mau marketing. Até porque na grande maioria, a fome é encoberta pelo orgulho e pela nobreza de um carácter humilde.
Pelo menos serve-nos a satisfação de não ver uma dona de casa de cabelo comprido a segurar a lata do feijão e a madeixa a passar-lhe pelo rego das mamas. Seria mesmo provocador
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