Sábado, Dezembro 30, 2006

SEED 2006

Design e Economia Social
Um projecto em São Tomé e Príncipe.

Ver aqui.

Quinta-feira, Dezembro 28, 2006

Africanos. Sim ou não?


A propósito do tsunami de 2004, o meu amigo Denudado, do blog A Matéria do Tempo, coloca-nos perante uma questão interessante, a propósito de uma pequena comunidade de Andaman.
Leiam o post aqui.

Sábado, Dezembro 23, 2006

Dezembro de 2006. E vai mais um.


(Clicar sobre a foto para ampliar)

Naquele tempo, Agostinho Neto inventou o Dia da Família.
Os católicos espernearam, enfurecidos, despeitados. Os meus pais acharam bem! Eu achei graça.
Um dia, timidamente, arriscámos inventar uma árvore com pernadas de casuarina apanhadas na ilha. Ficou feia, coitada, mas ostentava os enfeites do tempo colonial, que brilhavam num país novo, à procura do rumo certo. Na época, o nosso país (!); hoje cada vez mais deles...

Então hoje, não acho piada nenhuma ao Natal (pronto, já cá faltava este meu discurso habitual). E aqui em Angola, ainda menos.

Não sei porque será, mas esta foto.... aviva-me a memória.

Mais alguém verá o mesmo que eu vejo?

Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

"Selos de máscaras"


Pois...
Aparentemente, nada a dizer. Dois selos, dois valores, duas máscaras de Angola.
Mas o erro viaja com as cartas, com os postais e com as encomendas, difundindo o disparate pelo mundo.
Acontece, mas nós, os angolanos, somos peritos na falta de rigor (embora não sejamos os únicos!).
Também.... é só um selo, né!
Yá!... Sem maka! Para além de serem dois e quiçá mais (esta colecção tem várias máscaras), sou eu que tenho a mania.
Se repararem bem no que diz sob a palavra Angola, na primeira máscara está escrito "Mwana Pwo" e, na segunda, "Mukixi".
Acontece que ambas são Akixi (sing. Mukixi), possuindo cada uma delas um nome que corresponde ao seu significado e à sua caracterização.
Assim, o correcto seria, para a primeira, "Mukixi wa Mwana Phwo" (mais correctamente Mphwevo ou Phwevo, pois esta máscara é lwena) e, para a segunda, "Mukixi wa Cihongo" (conheço bem esta máscara, pois, para além de ser um dos focos do meu trabalho de investigação, este exemplar está exposto no Museu Nacional de Antropologia em Luanda).
Mas "nóis, os ángôlánu sômozanssim". Perguntamos pouco a quem sabe e avançamos sem medo de errar.
Fixe, na boa! Fiquem na vossa que eu fico com a minha "piquinhice".

(Já agora: repararam que a máscara Cihongo não está centrada? Hã? É para caber o valor do selo? OK, mas.... e diminuir ligeiramente a imagem, não?)

Sexta-feira, Dezembro 01, 2006

A causa ecológica

Caros amigos "blogueiros",
Como o colibri, também nós temos um papel interventivo importante nom planeta, se queremos sobreviver e deixar um legado de vida e bem estar para as gerações vindouras.
Que tal linkarem e dedicarem um post ao blog A ESTEIRA DO AMBIENTE aos vossos?

Trata-se de um blog criado em Angola após o Congresso de Ciências Sociais, e orientado pelo Professor Doutor Jacinto Rodrigues da Universidade do Porto.

«O painel “Ecologia e Meio Ambiente", reunido no IX Congresso luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais - Dinâmicas, Mudança e Desenvolvimento no século XXI (Luanda de 28 a 30 de Novembro), tomou consciência da gravidade dos problemas ecológicos que assolam o planeta.
Nunca a humanidade enfrentou uma tão grande ameaça: a mudança climática!
Embora África seja o continente menos responsável pela poluição, é, porém, o continente mais atingido:
- O lago do Tchad, um dos maiores do mundo, tem hoje um décimo da superfície que tinha há 40 anos.
- As zonas húmidas e aráveis, desertificam-se, ao mesmo tempo que inundações diluvianas se abatem sobre largos territórios~.
-As epidemias como a malária, a cólera, a desinteria, a SIDA e a pobreza constituem uma problemática intrinsecamente ligada aos problemas da ecologia.
- As guerras no continente africano, bem, assim como as deslocações massivas das populações decorrem também desta mesma situação.

EM ANGOLA:
1º - A super-população da cidade de Luanda criou uma grande concentração de resíduos sólidos poluentes, assim como águas contaminadas que agravam o estado de saúde das populações .
2º - Considerando os indicadores de acesso á água potável e os indicadores da falta de saneamento básico, Angola está na cauda dos países.
3º - O estilo de vida consumista e predador, constitui uma degradação humana e ambiental.
4º - A extracção petrolífera, assim como a exploração mineira, não podem continuar a ser uma actividade devastadora e poluidora dos eco-sistemas, desta forma irreversível.»
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