Foto: Rui Tavares
Do outro lado da linha não sabias que a tua boca tinha esvaziado o meu estômago e asfixiado o meu pescoço, em arrepio desta música que sempre me incomodou.
Deste lado, vejo as tuas raízes que tento guardar sem tu perceberes como. "- A tradição morre e os livros ficam". "- Mas eu não vou morrer agora!"
Yá, ao longe, a serpente vermelha continua a dividir o mundo em dois: um negro e outro branco, um feminino e outro masculino.
Olho para de ti de olhos presos e reparo que afinal não és.
Às vezes penso em ti e depois já não.
Do outro lado da linha não sabias que a tua boca tinha esvaziado o meu estômago e asfixiado o meu pescoço, em arrepio desta música que sempre me incomodou.Deste lado, vejo as tuas raízes que tento guardar sem tu perceberes como. "- A tradição morre e os livros ficam". "- Mas eu não vou morrer agora!"
Yá, ao longe, a serpente vermelha continua a dividir o mundo em dois: um negro e outro branco, um feminino e outro masculino.
Olho para de ti de olhos presos e reparo que afinal não és.
Às vezes penso em ti e depois já não.
8 comentários:
Gostei muito... tanto!
Que bonita esta vinda à terra comum, phwo.
Tome! em troca...
...........
nem quem eu sei vejo...
e que ver o meu de quem não sei?
de que saber seria o beijo?
de quem não sei nem vejo.
invento
digo
o elemento
e digo que sei
de ti
num gracejo.
Passando pra dar um oi. Ando por demais envolvida na política de meu país e projetos que tateio por searas nunca exploradas. Mas como sempre, embora às vezes silencie, outras não, surpreendo-me com tua casa :)
Gostei demais, querida Phwo!
Saudades!
Nelsinho
maravilhoso!!!!!!
beijos
desire
http://www.es.amnesty.org/especial/lapidacion-iran/firma.php
Pirata:
Obrigada pela alerta.
Ninguém pode ficar indiferente a tal crueldade.
Faço aqui um atalho que nos conduz directamente à assinatura da carta.
http://www.es.amnesty.org/especial/lapidacion-iran/firma.php
Às vezes penso em mim e depois já não. É quando penso em ti.
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