Sábado, Outubro 28, 2006

Um destino: Arte


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9 comentários:

-pirata-vermelho- disse...

Um destino a deixar-me cada vez mais atónito!

Como é que você "já entrou na máscara" se a aprendizagem se faz na Mukanda e o seu uso é interdito às mulheres?

Um privilégio,
uma transformação/evolução
ou
uma excepção?

Phwo disse...

Pirata:
Nenhuma das três hipóteses e as três ao mesmo tempo. :-)
De facto, eu entrei na máscara na qualidade de intérprete de uma coreografia contemporânea, por mim criada, com inspiração nos passos, movimentos, características e significados da máscara Mwana Phwo.

-pirata-vermelho- disse...

Ah... pensei que também tivesse dançado 'lá no quimbo'.

Parabéns pela coreografia. Não tem nenhum registo digital de que possapôr aqui um segmento?

(Desculpe se a maço. É a inesgtável curiosidade-fascínio...)

Phwo disse...

Sim dancei no kimbo. Mas aí dancei a ciyanda, que é uma dança de mulheres, por excelência e sem máscaras.
Sobre as imagens da coreografia, não há na net, mas há AQUI
Esteja à vontade para perguntar, desde que seja dentro dos temas que eu domine.

-pirata-vermelho- disse...

'AQUI' é "artigo indisponível".
Vou passar lá a ver se...


A ciyanda não tem o poder da máscara, é outra coisa; mais ligeira, parece-me!
Mas posso imaginar o seu gozo; e não será para qualquer um, en tout cas.

-pirata-vermelho- disse...

Porquê cIyanda?
O que faz ali o 'i'? (ou o 'y')

JotaCê Carranca disse...

Arte: solução de continuidade no tempo, transfiguração de sons das cores garridas.
A indefinição definida da desimportância abstrata destas palavras

Phwo disse...

Pirata:
Aqui também costuma dar...

Ciyanda, porque é assim que se pronuncia: Ci+yanda, como se tivesse dois "ii", um acentuado e outro brando.

-pirata-vermelho- disse...

Obrigado pelas duas coisas, mwana pwo.