
Sem Título (II) - António Ole, 1998
De pé, ele imagina o paraíso, ao longe!...
Barcos, motas de água, mulheres em top less,
são as imagens que entram pela porta sem porta.
A janela, logo ao lado, é muda.
À esquerda, a janela é pequena e está fechada.
A sua única saída.
(Acho até que nem reparou que a casa tem tecto de céu.)
«- Ó maluco, vê se tomas banho, pá! Merda de pobres; nojentos.»
3 comentários:
É o Mussulo moderno ou é o Mussulo sem tempo?
(...q'merda de manto, cinzento!)
Pwo,
Vi, no ano passado, com kambas amigos ;) a exposição do António Ole na Culturgest. Essa era uma das fotos! Que prazer foi descobrir a pintura do Ole, cheia de força e luz!
Bj
olá Pwo...
desandando - este seria o termo apropriado para a minha ausência. um gerúndio negativo. Uns vão andando, eu ultimamente tenho desandado. E, de repente, olhando para esta fresta sobre o Mussulo pensei: raio de hemisfério onde tive de nascer!...
beijos e até que a ilha nos traga de volta a espuma dos dias.
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