Quarta-feira, Abril 12, 2006

Rascunho olhando para o Mussulo


Sem Título (II) - António Ole, 1998

De pé, ele imagina o paraíso, ao longe!...
Barcos, motas de água, mulheres em top less,
são as imagens que entram pela porta sem porta.
A janela, logo ao lado, é muda.
À esquerda, a janela é pequena e está fechada.
A sua única saída.
(Acho até que nem reparou que a casa tem tecto de céu.)
«- Ó maluco, vê se tomas banho, pá! Merda de pobres; nojentos

3 comentários:

-pirata-vermelho- disse...

É o Mussulo moderno ou é o Mussulo sem tempo?

(...q'merda de manto, cinzento!)

O'Sanji disse...

Pwo,
Vi, no ano passado, com kambas amigos ;) a exposição do António Ole na Culturgest. Essa era uma das fotos! Que prazer foi descobrir a pintura do Ole, cheia de força e luz!
Bj

Paulo Raposo disse...

olá Pwo...
desandando - este seria o termo apropriado para a minha ausência. um gerúndio negativo. Uns vão andando, eu ultimamente tenho desandado. E, de repente, olhando para esta fresta sobre o Mussulo pensei: raio de hemisfério onde tive de nascer!...
beijos e até que a ilha nos traga de volta a espuma dos dias.