« À despedida, o governador, reparando que a escrava se mantinha acocorada na posição de assento, perguntou à altiva Jinga porque não a manda levantar, ao que a sobranceira guerreira angolana terá respondido: “Já não preciso dela, nunca me sento duas vezes na mesma cadeira!”»
3 comentários:
pois... mudam os tempos, permanecem os hábitos...
Se a Jinga sabe que a máxima revisteca fala dela, slata da tumba e vem cá escatanar a direcção inteira.
Leio !!! Torno a ler !!!
Pois é !!!!
É mesmo.
Escreve meu flamingo querido.
Não me canso de ler.
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