
Na infernal agitação de Luanda, neste canto do pátio superior do Museu Nacional de Antropologia, o Mestre Moreira continua a provar-nos que a tradição é viva e suficientemente poderosa para atravessar os tempos, todos os géneros musicais... todos os movimentos e correntes estéticas.
2 comentários:
Muito interessante esse seu comentário. É um fato que a tradição vai fazendo parte em maior ou menor quantidade das nossas inspirações em todos os tempos.
Na África ela é muito visível sobretudo na música. Mesmo a música urbana é cheia dos ritmos mais "puros" ou "originais". Talvez por isso, os africanos e nós brasileiros estejam muito mais ligados nas suas tradições que os Europeus. Porque essa "antiguidade" sempre vai nos acompanhando no nosso progresso
Mwana Pwo
Sempre fui apaixonado por instrumentos que via nos kimbos. Não resistia a experimentar...
Estás em Luanda?
Beijos
Nelsinho
Enviar um comentário