
Com a língua, percorro cada estrada das estórias espalhadas pela minha mão direita, olhando, através dos dedos multiplicados, a minha imagem na tela do «pc» desligado.
Distraidamente, deslizo a mão molhada pelos cabelos lisos. Sem risco.
No gesto de todas as manhãs, a saliva de estar suspensa.
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